domingo, 8 março, 2026
O vermelho vem conquistando protagonismo nos projetos de interiores — não como tom dominante, mas como um detalhe inesperado, capaz de transformar completamente a atmosfera dos ambientes.
Os imóveis pequenos são uma realidade no mercado imobiliário e, na opinião de Natália de Souza, arquiteta e diretora da ResiliArt Arquitetura, mudanças no estilo de vida, novos hábitos e um projeto sob medida são essenciais. Para ela, o aumento de pessoas que moram sozinhas, casais sem filhos e a praticidade de viver em localidades estratégicas justificam a opção por moradas pequenas que são classificadas em studios ou apartamentos.
Quando a família aumenta, os espaços também precisam se reinventar. E, para aproveitar ao máximo a metragem disponível e garantir um ambiente funcional, a orientação profissional faz diferença. Foi nesse contexto que as irmãs Tássia e Thaísa Pereira, do escritório TT Interiores, desenvolveram o projeto deste quarto infantil de 10 m², marcado por leveza, elementos naturais e escolhas atemporais pensadas para acompanhar o crescimento da criança.
Projeto assinado pela arquiteta Carolina Oliveira alia estética delicada, funcionalidade e gestão completa de obra para criar um lar instagramável, afetivo e cheio de personalidade para um casal apaixonado por viagens e vinhos
A Pantone acaba de eleger o tom Cloud Dancer, como cor do ano: um branco suave que representa uma evolução significativa no uso das cores dentro do design corporativo. Anualmente, empresa que fornece consultoria de cores, pesquisa uma cor que é uma tendência mundial e elege como a cor do ano.
Durante muito tempo, o home office foi sinônimo de improviso: uma mesa na sala, um notebook apoiado na bancada da cozinha ou uma escrivaninha antiga resgatada do quarto de visitas. Mas essa realidade mudou. Com a consolidação do trabalho remoto e do modelo híbrido, o escritório em casa passou a demandar planejamento, conforto e personalidade.
Às vésperas do período de férias, quando o desejo de pausa e reconexão ganha força, as suítes masters assumem um protagonismo ainda maior nos projetos de arquitetura contemporânea. Antes apenas o maior quarto da casa, elas se transformaram em verdadeiros refúgios privados, planejados para acolher o descanso, ampliar o bem-estar e proporcionar uma experiência sensorial completa. Mais do que dormir, a suíte master hoje traduz o estilo de vida dos moradores e se firma como um dos espaços mais personalizados, desejados e tecnicamente elaborados de qualquer projeto arquitetônico.
O estilo industrial se consolidou nos projetos de arquitetura e, com isso, dois visuais seguem em destaque pelo visual moderno e atemporal: o cimento queimado e o concreto aparente. Versáteis e elegantes, ambos conferem personalidade aos ambientes e se tornaram bem estimados até em projetos de alto padrão.
A WGSN, em parceria com a Coloro, anunciou a Transformative Teal como a cor do ano de 2026. A tonalidade surge como uma fusão fluida entre o azul escuro clássico e o verde aquático, evocando profundidade, frescor e movimento atributos que refletem um período global de mudanças, reinvenção e busca por estabilidade emocional. Versátil e atemporal, o Transformative Teal vai além das tendências passageiras e se posiciona como uma cor de apoio, capaz de transformar ambientes sem excessos. Para a arquiteta Camila Palladino, à frente do escritório Palladino Arquitetura, a principal orientação é encarar a cor como ponto de partida criativo.
Vermelho no quarto de crianças? É claro! As irmãs Tássia e Thaísa Pereira, da TT Interiores, trouxeram o vermelho queimado como protagonista no Quarto Forest. A cor, aplicada no fundo da marcenaria, adiciona profundidade e sofisticação, criando um contraste moderno que quebra a doçura tradicional dos ambientes infantis — sem perder leveza e delicadeza.