Durante décadas, a cozinha foi um espaço técnico, reservado e muitas vezes isolado da área social da casa. Hoje, ela ocupa o centro da arquitetura residencial contemporânea, física e simbolicamente. Integrada à sala, aberta à convivência e pensada como extensão do estilo de vida dos moradores, a cozinha deixou de ser bastidor e passou a protagonizar a narrativa da casa.
Culturalmente, o brasileiro sempre adorou ter sua própria área de serviço. Além da facilidade de organizar os produtos de limpeza e lavar as roupas em casa, nossas condições climáticas com calor e vento abundante são pontos a favor. No mercado imobiliário, o planejamento arquitetônico de apartamentos e residências tem valorizado a conexão das áreas de trabalho – caso da cozinha e da área de serviço.
Arquiteta Isabella Nalon explica o que considerar na escolha, do material e tamanho ao tipo de instalação, ergonomia e rotina dos moradores
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Não tem como imaginar uma cozinha sem uma boa cuba. Essencial para as atividades que realizamos com água – essencialmente a higienização dos alimentos e a lavagem da louça suja –, sua designação é determinante para a dinâmica do ambiente. "Além deste espaço interno de manuseio, sua eficácia também está na conexão que promove com a hidráulica para o escoamento da água", pontua a arquiteta Isabela Nalon.










