quinta-feira, 5 março, 2026
Às vésperas do período de férias, quando o desejo de pausa e reconexão ganha força, as suítes masters assumem um protagonismo ainda maior nos projetos de arquitetura contemporânea. Antes apenas o maior quarto da casa, elas se transformaram em verdadeiros refúgios privados, planejados para acolher o descanso, ampliar o bem-estar e proporcionar uma experiência sensorial completa. Mais do que dormir, a suíte master hoje traduz o estilo de vida dos moradores e se firma como um dos espaços mais personalizados, desejados e tecnicamente elaborados de qualquer projeto arquitetônico.
A WGSN, em parceria com a Coloro, anunciou a Transformative Teal como a cor do ano de 2026. A tonalidade surge como uma fusão fluida entre o azul escuro clássico e o verde aquático, evocando profundidade, frescor e movimento atributos que refletem um período global de mudanças, reinvenção e busca por estabilidade emocional. Versátil e atemporal, o Transformative Teal vai além das tendências passageiras e se posiciona como uma cor de apoio, capaz de transformar ambientes sem excessos. Para a arquiteta Camila Palladino, à frente do escritório Palladino Arquitetura, a principal orientação é encarar a cor como ponto de partida criativo.
Reformar um apartamento recém-entregue no contrapiso foi o ponto de partida para o Estúdio Maré desenvolver um projeto que unisse conforto, amplitude e identidade para um casal jovem e sua cachorra salsicha mini. Localizado em São Paulo, o imóvel de 140 m² foi totalmente redesenhado para atender às necessidades do cotidiano, equilibrando sofisticação e praticidade em cada detalhe.
Um apartamento de 180m² em Pinheiros, São Paulo, foi completamente transformado pelo arquiteto Yannick Athia para refletir o estilo de vida e os interesses do morador. O imóvel, novo e com a planta original preservada, recebeu uma intervenção arquitetônica precisa, com foco em integração, sofisticação e personalidade.
Um platô no alto da serra de Itaipava, com vista generosa para as montanhas de Petrópolis, foi o ponto de partida para a criação do refúgio afetivo e funcional de um casal cosmopolita e seus dois filhos pequenos. Viajantes assíduos e acostumados a encarar o mundo em família, os moradores delegaram ao arquiteto Felipe Rohen —com quem já desenvolveram projetos anteriores — a missão de transformar uma antiga construção colonial em uma casa contemporânea de 420 m², confortável e cheia de identidade para construir memórias em família, descansar e se conectar com a natureza na serra fluminense.
Em meio à rotina acelerada das grandes cidades, as varandas assumem um papel cada vez mais essencial nos projetos residenciais contemporâneos: espaços de descanso. Integradas ou não ao living, elas se transformaram em verdadeiros respiros de bem-estar e reconexão. Nos projetos das arquitetas Cilene Lupi, Érica Salguero, Juliana Fabrizzi, Sabrina Salles e TT Interiores, a varanda ganha protagonismo e demonstra, de diferentes maneiras, o conceito de desacelerar com elegância.
Localizado em Moema, São Paulo, este apartamento carrega um significado especial para a arquiteta Sabrina Salles, que já morou no mesmo condomínio. O projeto surgiu de um convite do cliente, insatisfeito com o andamento da reforma que já estava em curso. O desafio: criar um lar contemporâneo, acolhedor e funcional, com o prazo reduzido e intervenções sobre uma marcenaria já encomendada.
O Condomínio Figueira, da construtora Porte, é um dos prédios mais luxuosos e o edifício residencial mais alto de São Paulo. A missão da arquiteta Érica Salguero nesse apartamento foi criar um lar sofisticado, acolhedor e funcional para o cliente. Além disso, o objetivo também era realizar o desejo de um lugar que unisse elegância e personalidade.
Com 70m² e muitas histórias, imóvel dos anos 1990 é transformado em um lar colorido, funcional e cheio de personalidade para uma jovem moradora. Transformar um apartamento antigo em um novo capítulo de vida foi o ponto de partida do projeto assinado por Thaís Monfré e Ana Maia, do Studio Monfré Arquitetura. Localizado em Perdizes, na capital paulista, o imóvel de 70m² foi escolhido por mais de um motivo: além de atender às necessidades práticas da cliente, ele carrega também uma memória afetiva
Projeto do Studio Julio Sousa Paisagismo leva vegetação para além da varanda, criando continuidade entre o exterior e os interiores do imóvel.