segunda-feira, 2 março, 2026
A sala de estar é, para muitos, o coração da casa. Geralmente, é nesse espaço que a família se reúne, que os convidados são recebidos e onde os moradores relaxam no dia a dia. Por isso, sua configuração vai muito além da simples disposição de móveis: envolve escolhas de layout, iluminação, materiais, texturas, cores e elementos de design que expressam o estilo de vida de quem ali mora. Mas como esse conjunto é elaborado na arquitetura de interiores? Para responder essa questão, nada melhor que acompanhar alguns dos resultados alcançados pelo arquiteto Raphael Wittmann, à frente do escritório Rawi Arquitetura + Design.
Infiltrações, mau cheiro vindo do ralo, pressão irregular no chuveiro, ruídos nas tubulações, vazamentos em registros e acúmulo de umidade nas paredes são alguns dos problemas mais comuns que encontramos quando o sistema hidráulico de uma residência não é planejado ou executado corretamente.
Às vésperas do período de férias, quando o desejo de pausa e reconexão ganha força, as suítes masters assumem um protagonismo ainda maior nos projetos de arquitetura contemporânea. Antes apenas o maior quarto da casa, elas se transformaram em verdadeiros refúgios privados, planejados para acolher o descanso, ampliar o bem-estar e proporcionar uma experiência sensorial completa. Mais do que dormir, a suíte master hoje traduz o estilo de vida dos moradores e se firma como um dos espaços mais personalizados, desejados e tecnicamente elaborados de qualquer projeto arquitetônico.
O estilo industrial se consolidou nos projetos de arquitetura e, com isso, dois visuais seguem em destaque pelo visual moderno e atemporal: o cimento queimado e o concreto aparente. Versáteis e elegantes, ambos conferem personalidade aos ambientes e se tornaram bem estimados até em projetos de alto padrão.
A WGSN, em parceria com a Coloro, anunciou a Transformative Teal como a cor do ano de 2026. A tonalidade surge como uma fusão fluida entre o azul escuro clássico e o verde aquático, evocando profundidade, frescor e movimento atributos que refletem um período global de mudanças, reinvenção e busca por estabilidade emocional. Versátil e atemporal, o Transformative Teal vai além das tendências passageiras e se posiciona como uma cor de apoio, capaz de transformar ambientes sem excessos. Para a arquiteta Camila Palladino, à frente do escritório Palladino Arquitetura, a principal orientação é encarar a cor como ponto de partida criativo.
Assinada pelo escritório BZP Arquitetura, comandado pela arquiteta Bia Prado, a nova residência em São Paulo é um projeto que traduz o desejo dos moradores por uma casa ampla, com integração entre os espaços sociais, cercada por jardins e banhada por luz natural. Com 830 m² de área construída, a casa foi erguida do zero — a antiga construção foi demolida — e estruturada em três pavimentos: subsolo, térreo e superior.
Reformar um apartamento recém-entregue no contrapiso foi o ponto de partida para o Estúdio Maré desenvolver um projeto que unisse conforto, amplitude e identidade para um casal jovem e sua cachorra salsicha mini. Localizado em São Paulo, o imóvel de 140 m² foi totalmente redesenhado para atender às necessidades do cotidiano, equilibrando sofisticação e praticidade em cada detalhe.
Localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo, este apartamento de 90m², é assinado pela arquiteta Camila Palladino, à frente do escritório Palladino Arquitetura. O ponto de partida foi claro: criar um espaço versátil, acolhedor e com estética urbana — alinhado ao estilo de vida de um morador que preza por praticidade, design e personalidade.
Um apartamento de 180m² em Pinheiros, São Paulo, foi completamente transformado pelo arquiteto Yannick Athia para refletir o estilo de vida e os interesses do morador. O imóvel, novo e com a planta original preservada, recebeu uma intervenção arquitetônica precisa, com foco em integração, sofisticação e personalidade.
Um platô no alto da serra de Itaipava, com vista generosa para as montanhas de Petrópolis, foi o ponto de partida para a criação do refúgio afetivo e funcional de um casal cosmopolita e seus dois filhos pequenos. Viajantes assíduos e acostumados a encarar o mundo em família, os moradores delegaram ao arquiteto Felipe Rohen —com quem já desenvolveram projetos anteriores — a missão de transformar uma antiga construção colonial em uma casa contemporânea de 420 m², confortável e cheia de identidade para construir memórias em família, descansar e se conectar com a natureza na serra fluminense.